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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

GOVERNADOR ANUNCIA FECHAMENTO DE ALCAÇUZ


Governador anuncia fechamento do presídio de Alcaçuz



O governador Robinson Faria afirmou nesta quarta-feira (25) que a maior penitencária do Rio Grande do Norte será desativada em breve. 
 
A informação foi dada pelo governador durante reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) na Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, realizada esta noite.
 
O fim das operações na detenção ocorrerá tão logo as prisões de Ceará-Mirim, Afonso Bezerra e Mossoró estejam prontas, medidas que serão de médio/longo prazo. Juntas, as unidades prisionais terão capacidade para concentrar cerca de 2.200 apenados, número que reduz o déficit de vagas no regime.
 
Ainda na reunião foram tratados temas como a fixação do muro de contêineres marítimos que separa os pavilhões 1, 2, 3 das alas 4 e 5, realidade que impede um novo conflito entre facções e que garante a retomada do controle do presídio pelas forças de segurança. O muro dos contentores foi erguido em caráter emergencial uma vez que um muro feito concreto pré-moldado de 90 metros de extensão será erguido, com 6,40 metros de altura e 80 centímetros de largura. Além disso, será feita a concretagem do perímetro externo de Alcaçuz para evitar fugas.
 
A solução provisória da construção do muro de contêineres ocorreu após uma reunião de coordenação e de estudo tático e estratégico entre o comando da Polícia Militar e o DER. De acordo com o governador Robinson Faria, o muro tem um objetivo claro. “Tanto a estrutura de contêineres como o muro permanente têm o propósito de impedir o contato físico entre os integrantes de facções. A ideia por trás do muro é pacificar o presídio e evitar que tenhamos mais óbitos”, disse o chefe do Executivo Estadual, lembrando que não foram registradas mortes de policiais, agentes ou civis que tenham relação com a rebelião mesmo com a negativa do Estado em negociar com qualquer facção.
 
Outras medidas adotadas em Alcaçuz serão a construção de uma cerca perimetral situada a 50 metros do muro paras evitar que sejam projetados materiais ilícitos para dentro do presídio, bem como será instalada uma iluminação especial para a parte externa do presídio. Até o final da semana, deverá ser assinado um termo para contratação de 50 módulos habitáveis para alocar os detentos. Cada unidade terá capacidade para 20 vagas, totalizando 1000 vagas em caráter emergencial em virtude da destruição parcial da estrutura do presídio. Os números mais recentes de Alcaçuz são de 56 fugitivos, 4 recapturados, 26 mortos e 10 feridos.
 
Participaram da reunião no GGI desta quarta-feira auxiliares da administração direta do Governo da Segurança Pública, Sejuc, Gabinete Civil, Procuradoria Geral, assessoria de Comunicação, DER, Infraestrutura, Corpo de Bombeiros, Itep, Polícia Civil, e representantes da Assembleia Legislativa, da Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública da União, Polícia Rodoviária Federal, Depen, Justiça Federal, Exército e Ministério Público Federal.

150 agentes fazem pente-fino em presídio e penitenciária de Joinville

150 agentes fazem pente-fino em presídio e  penitenciária de Joinville
Familiares de presos chegaram a fazer manifestação nesta quarta (25). Objetivo foi recolher objetos ilícitos e evitar rebeliões, segundo Deap.
25/01/2017 16h38 - Atualizado em 25/01/2017 18h40
Do G1 SC
Familiares chegaram a se manifestar em frente ao presídio de Joinville (Foto: Cristiano Zeno Holdefer/RBS TV)Familiares chegaram a se manifestar em frente ao presídio de Joinville (Foto: Cristiano Zeno Holdefer/RBS TV)
O Presídio Regional e a Penitenciária Industrial de Joinville passam por uma operação de pente-fino nesta quarta-feira (25). Conforme o Departamento de Administração Prisional (Deap), 150 agentes foram deslocados para a revista. Houve manifestação de familiares dos detentos em frente ao complexo prisional.
De acordo com o Deap, a operação é preventiva e busca retirar materiais ilícitos de dentro das unidades, além de realizar ações para prevenir rebeliões. No fim da tarde, após a operação, o Deap informou que não foram registrados incidentes graves.
Um balanço ainda era feito para contabilizar as apreensões, mas, segundo o departamento, foram recolhidos celulares, carregadores, substâncias similares a maconha e armas brancas artesanais.
A operação começou por volta das 6h e terminou às 18h. Mais de 50 carros entraram no presídio logo cedo. A Cavalaria de Polícia Militar, os bombeiros e o Samu também foram acionados.
Ainda segundo a Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (SJC), também ocorreram inspeções e auditorias internas. Segundo o governo, esse procedimento é feito desde janeiro em outras unidades do estado.
Clima tenso
Conforme a equipe da RBS TV que esteve no local, o clima ficou tenso em vários momentos. Agentes penitenciários foram para os telhados do complexo. Ruído semelhante ao de uma bomba foi ouvido. Um princípio de tumulto foi registrado, segundo a reportagem.
O Deap diz que as ações foram feitas com acompanhamento do Ministério Público estadual (MPSC) e Poder Judiciário. Segundo o órgão, não foram registrados incidentes.
Mobilização de famílias
As visitas foram canceladas. Os familiares que passaram a manhã do lado de fora ficaram apreensivos. Eles chegaram a trancar a rua em frente ao Complexo Prisional e pediam a presença do juiz da vara de execuções penais de Joinville, João Marcos Buch, no local.
"Todos os procedimentos ocorreram dentro da plena legalidade, sem a necessidade de intervenções de alta complexidade pelas equipes do Deap e da Polícia Militar."

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Polícia ocupa Penitenciária de Alcaçuz para revista em pavilhões

Polícia ocupa Penitenciária de Alcaçuz para revista em pavilhões
Choque usou bombas e ocupou todos os pavilhões do presídio ao meio-dia. Penitenciária onde 26 morreram enfrenta rebeliões desde o sábado (14).
24/01/2017 13h28 - Atualizado em 24/01/2017 15h34
Por Fred Carvalho
G1 RN
Bope entrou na Penitenciária de Alcaçuz para revista  (Foto: Fred Carvalho/G1)Bope entrou na Penitenciária de Alcaçuz para revista (Foto: Fred Carvalho/G1)
Policiais do Bope, Tropa de Choque e o Grupo de Operações Especiais (GOE) da Secretaria de Justiça (Sejuc) ocuparam, ao meio-dia desta terça-feira (24), a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na Grande Natal, para realizar uma revista minuciosa nos pavilhões. O presídio enfrenta rebeliões desde o sábado (14), quando 26 detentos morreram.
As equipes também vão apoiar a colocação de um muro de contêineres para separar as duas facções rivais do presídio e em uma série de ações emergenciais para tentar conter as rebeliões e fugas.
Policiais e agentes penitenciários chegaram por volta das 7h30 (8h30 horário de Brasília) ao presídio para dar início à ocupação, que só começou às 10h, com a entrada da Tropa de Choque.
Às 9h40, pouco antes da intervenção, os presos se recolheram aos pavilhões e começaram a rezar.
Às 10h20, houve uma ordem de rendição para os presos do pavilhão 2. Em seguida, os policiais seguiram em direção ao pavilhão 1, onde usaram bombas de efeito moral. Às 11h30, policiais ocupavam os pavilhões 1, 2 e 3. Já o GOE havia ocupado os pavilhões onde ocorreu o massacre de 26 detentos: 4 e 5.
Apesar da presença dos policiais, os presos continuavam soltos nos pavilhões durante a manhã. O G1 flagrou mais um preso falando ao celular no telhado. Na madrugada, os presos retiraram as bandeiras de facções criminosas dos telhados do presídio.
Em Natal, circulação de ônibus ainda não foi totalmente retomada após uma série de ataques provocada pelos confrontos no presídio.
Ações no presídio
Às 11h20 o primeiro contêiner e uma retroescavadeira foram posicionados dentro da unidade. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do estado (Sesed), a operação, que começou no sábado (21), foi paralisada porque foi preciso montar um plano de operações para o trabalho ser realizado.
A medida, segundo o governo, é temporária até que um muro definitivo seja construído dividindo os pavilhões 1, 2 e 3 (ocupados por membros do Sindicato do RN) dos pavilhões 4 e 5 (dominados pelo PCC). Os contêineres, cada um com 12 metros, darão lugar a um muro de concreto de 90 metros de extensão. Ainda de acordo com o governo, a construção deste muro permanente levará 15 dias.
A intervenção foi anunciada nesta segunda pelo secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed), Caio Bezerra, que também divulgou uma série de medidas urgentes (veja a lista) para tentar solucionar o problema do presídio.
Policiais do Choque entram na Penitenciária de Alcaçuz para intervenção nesta terça (24) (Foto: Fred Carvalho/G1)Policiais do Choque entram na Penitenciária de Alcaçuz para intervenção nesta terça (24) (Foto: Fred Carvalho/G1
Questionado se a intervenção irá, de fato, resolver o problema das armas no presídio. "Sem dúvida nenhuma. Já tirei vários caminhões com armas brancas, com facões, com lanças", disse.
Outro objetivo é encontrar os corpos de outras possíveis vítimas das rebeliões. Nesta segunda, o Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) recolheu mais uma cabeça no local. De acordo com o Itep, isso não significa o aumento do número de mortos, porque alguns corpos foram liberados para as famílias sem as cabeças.
Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal. Com capacidade para 620 presos, a unidade possui atualmente 1.150 detentos. A grande maioria dividida em duas facções criminosas. De um lado o PCC. Do outro, o Sindicato do RN, dissidente da facção que nasceu nos presídios de São Paulo.
Veja as medidas anunciadas pelo governo:
- reparos nos pavilhões 2 e 3, que serão fechados, de modo a trazer todos os presos para eles e deixar separados os do pavilhão 5;
- colocar cerca externa com sistema de alarme afastada 50 metros do entorno de Alcaçuz, para ter um perímetro de segurança para evitar entrada de armas no presídio;
- executar uma obra de eclusas, portões coordenados, abertos e fechados, para garantir entrada de forças policiais no pavilhão 5;
- reparar as guaritas interditadas;
- implantar sistema de videomonitoramento;
- realizar a limpeza da vegetação no entorno;
- concluir o muro interno que separa o pavilhão 5 dos demais para manter os grupos rivais afastados;
- realizar o concretamento na base da murada para dificultar a escavação de túneis;
- concluir a iluminação externa.
Em Alcaçuz, muro feito de contêineres terá a segunda fileira erguida sobre a base  (Foto: Ítalo Di Lucena/Inter TV)Em Alcaçuz, muro feito de contêineres terá a segunda fileira erguida sobre a base nesta terça (Foto: Ítalo Di Lucena/Inter TV)
http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2017/01/policia-ocupa-penitenciaria-de-alcacuz-para-revista-em-pavilhoes.html

90 PRESOS RECAPTURADOS


Dos 152 que fugiram em rebelião no antigo IPA, 90 foram recapturados


Tensão tomou conta da cidade após conflito iniciado por conta de apreensão de celular

Heitor Carvalho, Marcus Liborio, Marcele Tonelli, Vinicius Lousada e Redação
Atualizada às 15h10

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Governador de Minas não descarta risco de rebeliões em presídios


Governador de Minas não descarta risco de rebeliões em presídios

Por Marcos de Moura e Souza | Valor
BELO HORIZONTE  -  O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), não descartou o risco de rebeliões em presídios no Estado, mas afirmou que a situação, por enquanto, é mais tranquila do que a do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.
Pimentel se reuniu no fim da manhã desta segunda-feira com o novo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), para discutir algumas ações de reforço de segurança na cidade.
Uma das medidas será a ampliação no número de vans da polícia militar que ficam estacionadas em alguns pontos da capital mineira e que funcionam como bases comunitárias. Hoje são cerca de 20 unidades. Nos próximos meses, segundo Pimentel, serão 86 ao todo.
Kalil lembrou que, na semana passada, 1 mil novos policiais militares se formaram e que quase a metade passará a atuar nas ruas de Belo Horizonte.
Após o encontro, ao ser questionado por jornalistas sobre o risco da onda de rebeliões, como as ocorridas nos últimos dias em Natal e no Recife, chegarem aos presídios de Minas, o governador não descartou.
“Eu não quero ser leviano e dizer que não tem risco. Risco sempre existe, mas nós temos hoje com toda a certeza os presídios numa situação de tranquilidade”, disse ele. “É claro que tem uma pressão muito grande por que há uma excesso de presos em relação ao número de vagas, mas nós estamos numa situação muito mais traquila do que aquelas [de Natal e Recife].
Há alguns dias, houve um motim que terminou sem mortes em um dos presídios da cidade de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Ainda sobre a situação das penitenciárias, Pimentel afirmou que seu governo trabalha em duas frentes. Uma delas é, segundo ele, terminar obras em presídios para aumentar o número de vagas. Outra é buscar junto à Justiça mineira acelerar os processos nos quais os presos já podem ir para o regime semi-aberto.